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Mostrando postagens com marcador Nintendo. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Presidente da Beamdog está desapontado com o WiiWare e duvida do sucesso do Wii U

Fonte da imagem: Reprodução/Baldursgate.comEm uma série de tweets publicados recentemente, Trent Oster, presidente da Beamdog, afirmou que a empresa dificilmente voltaria a fazer negócios com a Nintendo no futuro. Em uma entrevista concedida ao site Nintendo WorldReport, ele esclareceu que o principal responsável por isso é o sistema WiiWare.
Segundo Oster, o serviço apresenta diversos problemas relacionados ao tamanho máximo dos arquivos, aos preços e a maneira como os softwares são promovidos. Esses motivos se mostraram suficientes para fazer com que a equipe da empresa dessistisse de produzir jogos para a companhia japonesa.
Aposta no fracasso do Wii U
O presidente da Beamdog também afirmou que “um grande número de unidades do Wii só conta com um ou dois games”, e que a falta de suporte a empresas terceirizadas fez com que as pessoas não confiassem em conteúdo que não fosse produzido pela Nintendo. Ele afirma não ver caminhos para que o Wii U seja bem sucedido no mercado: “estou tendo dificuldades em ver como um controle em forma de tablet em um sistema de console pode ser revolucionário”.
“Eu posso estar errado, mas acredito que o mundo dos games mudou de forma irrevogável, e agora há duas frontes: títulos triplo A que lembram filmes blockbuster e jogos freemium/baseados em lojas de aplicativos que têm características mais próximas da televisão”, complementou. Segundo Oster, enquanto o PC abrange esses dois mercados, o Wii U não parece ligar para nenhum deles.
Por: Gabriel Gomes'

domingo, 15 de abril de 2012

GOSTEI DESSA


Vídeos sobre games ganham espaço e cativam uma legião de seguidores

Além de jogar, jovens querem dicas dos profissionais e novidades do setor. Brasileiro que mora no Canada faz sucesso com os vídeos que produz.

O estudante Jaime Munhoz Neto, de 17 anos, morador de Indaiatuba (SP), joga videogame desde os 5 anos de idade. Hoje passa horas em frente ao computador se divertindo com jogos de ação. "Gosto de jogo de guerra, acho mais divertido", explica. O também estudante Gabriel Henrique Serafim, de 14 anos, morador de Artur Nogueira (SP), prefere se aventurar em consoles. O que eles têm em comum além de gostar de jogos eletrônicos? O hobby de também assistir vídeos sobre games, sejam eles de computador, consoles e até portáteis.

Há cerca de um ano e meio, Neto descobriu os vídeos comentados de videogame e desde então não parou de assisti-los. "Acho interessante ver como eles jogam, as dicas e também saber novidades sobre jogos". Opinião semelhante tem o estudante de música de Campinas (SP), Vinícius Augusto Romão, de 19 anos, que há tempo acompanha essas pessoas que se dedicam a produzir vídeos sobre jogos. “Acompanho vários, acho muito interessante”, explica. Entre seus “ídolos”, ele cita “Monark, TheSpaceMonkeyTube, GuilhermeGamer e também BRKsEDU”.
TendênciaEssa é uma modalidade relativamente nova no Brasil, a de se fazer vídeos comentados sobre jogos eletrônicos. Apesar de não existir uma estatística oficial, os primeiros vídeos em português começaram a surgir em 2008, mas foi só no ano passado que eles realmente explodiram e hoje não param de ganhar novos adeptos.
Os jogadores gravam suas partidas, geralmente usando alguma câmera ou placa de captura especial para isso, e vão jogando e dando dicas sobre os mais variados jogos e acessórios. É como se fosse um bate papo durante a disputa. Depois disso, editam e transformam tudo em um vídeo, que pode ter poucos minutos ou até horas, dependendo do jogo e tema. Esses vídeos são compartilhados em redes sociais com essa finalidade e ficam à disposição dos milhões de usuários que acessam a internet todos os dias.
Vinícius Augusto Romão acha interessante vídeos de games com comentários (Foto: João Paulo Ferreira / G1 Campinas)Vinícius Augusto Romão acha interessante vídeos de games com comentários 
Originalidade é o conselho
Para entender um pouco mais sobre esse processo, o G1 Campinas localizou na cidade de Hamilton, no Canadá, o estudante paulistano de marketing Eduardo Benvenuti, de 26 anos, mais conhecido pelos gamers como BRKsEDU, ou simplesmente Edu, como é chamado pelos fãs e amigos.
Por telefone, Edu contou que começou a gravar suas partidas de videogame e publicá-las em uma rede social de compartilhamento de vídeos em novembro de 2010, quando tinha 25 anos. "Comecei com vídeos de dicas de Call of Duty, por diversão mesmo". O jogo citado pelo estudante é uma das maiores franquias de jogos de tiro em primeira pessoa, onde o jogador assume o papel de um soldado em uma guerra.
Hoje, Edu estuda no Canadá e concilia sua rotina de estudante de graduação em Marketing com a dedicação pelos games. Ele chegou a estudar Engenharia Civil na Universidade de São Paulo (USP) e trabalhou como analista do setor financeiro. "Até novembro do ano passado, trabalhava com commodities agrícolas", explica.
Gabriel Henrique Sefarim, de 14 anos, gosta de vídeos de games (Foto: João Paulo Ferreira / G1 Campinas)Gabriel Sefarim, de 14 anos, gosta de vídeos de
games 
Dividir o tempo entre os estudos, a adaptação aos hábitos de um novo país e a gravação de vídeos pode não parecer uma tarefa fácil, mas Edu diz que isso não é um problema para ele. "Acordo, vou para a faculdade, faço o que tenho que fazer e depois vou gravar vídeos. Não tenho uma rotina fixa, gravo o que me dá vontade naquele dia", comenta.
Muita gente tem curiosidade sobre o apelido de Edu na internet, mas segundo ele, a explicação é bem simples. "BRKs é o nome do clã do qual faço parte para jogar online, e o restante é meu nome mesmo, simples assim", explica.
650 seguidores por diaAté o fechamento desta matéria, BRKsEDU tinha pelo menos 139 mil seguidores que acompanham seus vídeos diariamente. Tinha, porque o estudante ganha em média 650 novos seguidores a cada 24 horas. Em termos de comparação total de seguidores, o número é, por exemplo, maior do que toda a população da cidade de Valinhos (SP), que possui 109 mil habitantes, e praticamente o dobro de toda a população da cidade de Vinhedo (SP).
Cada vídeo postado pelo estudante é visto em média 80 mil vezes e o retorno é imediato. "Em questão de poucas horas já tenho a resposta de, pelo menos, 4,5 mil pessoas que avaliaram meu vídeo e mais de mil comentários postados", explica. E a paixão pelos games também virou negócio. Hoje, Edu é associado de uma empresa americana que promove vídeos de jogos na internet.
Atualmente 90% do seu público é formado por jovens entre 13 e 24 anos. O estudante tem consciência da responsabilidade e da expectativa de seus fãs para cada vídeo novo. "Sempre busco fazer vídeos de um jeito informal, mantendo o respeito ao público e levando entretenimento para eles. Não adianta tentar passar lição de moral e sim respeito, conhecimento e educação", explica.
O estudante Jaime Munhoz Neto gosta de jogos de guerra (Foto: João Paulo Ferreira / G1 Campinas)O estudante Jaime Munhoz Neto gosta de jogos de
guerra 
Os fãs acompanham e admiram o estilo do ídolo "Adoro os vídeos dele porque, além de jogar muito bem, ele faz comentários de um jeito todo especial, como se estivesse conversando ao nosso lado", explica o estudante Jaime Munhoz Neto. O humor de Edu também é citado pelo estudante de Artur Nogueira "Me divirto muito com ele, o humor dele é contagiante, além de ser um ótimo jogador", comenta.
Sobre a relação com outros profissionais que também fazem vídeo para a internet, Edu explica que muitos viraram seus amigos pessoais. “Frequento a casa deles, temos uma relação de amizade mesmo, sempre trocando ideias sobre jogos e outras coisas”, explica.
Para quem está pensando em seguir o exemplo de Edu, ele deixa um recado: "Se você gosta de videogame, vá em frente. Tenha em mente que você deve pensar primeiro na diversão e no prazer em fazer vídeos, não no dinheiro. Seja criativo e original, saia da mesmice e o reconhecimento será consequência", finaliza Edu.


Autoria:MattheusCostta

segunda-feira, 9 de abril de 2012

''Tiririca'' quer proibir games como GTA V!


Fonte da imagem: WikipediaDepois de toda a polêmica envolvendo a famigerada Lei Antijogos, de autoria do senador Valdir Raupp (PMDB/RO), os games eletrônicos voltaram a entrar em pauta na política brasileira, mais especificamente na Câmara dos Deputados. Dessa vez, no entanto, a polêmica não visa proibir a comercialização de títulos ofensivos, mas de apenas um: Grand Theft Auto V.
O aguardado lançamento da Rockstar pode não chegar ao Brasil caso a proposta do deputado Tiririca (PR/SP) seja aprovada. Segundo o palhaço e atual deputado, a série já possui tradição em violência e valores subversivos que não condizem com a moral brasileira. Ele também aponta a popularidade que a franquia GTA tem com o público mais novo e afirma que isso pode ser altamente prejudicial para seu desenvolvimento psicológico.
O pedido será votado na próxima semana em caráter de urgência na tentativa de evitar que a desenvolvedora consiga trazer o game para o país antes de uma decisão oficial do Legislativo. Caso o parecer seja favorável a Tiririca, não apenas GTA V será proibido em território nacional como suas possíveis continuações, expansões e até mesmo títulos com proposta semelhante — como Saints Row e Mafia.

Bom, para mim isso não ''existe'' , pois jogos são feitos para o lazer,  diversão das pessoas , então eu não vejo um motivo para querer proibir jogos como gta e etc, alias , não vejo motivo para proibir qualquer jogo .

By : Hugo 

FONTE : baixakijogos

domingo, 8 de abril de 2012

Wii U pode ser o primeiro console a rodar MMOs perfeitamente, diz desenvolvedor de Age of Conan




A lista de funções possíveis para o tablet que serve como controle para o Wii U não para de crescer. Na opinião de Joel Bylos, um dos principais nomes por trás de MMOs como Age of Conan e the Secret World, o joystick pode fazer com que o console seja perfeito para os fãs de MMORPG.
Segundo ele, em entrevista à Revista Oficial da Nintendo, a tela de toque do periférico pode tornar a navegação e utilização de menus ainda mais intuitiva que nos PCs. Para Bylos, o tablet permitiria o uso de todos os atalhos presentes nos computadores, mas sem inundar a tela da televisão com botões e opções.
Pelo menos dois títulos do gênero já estão confirmados para o Wii U: Dragon Quest X, daSquare Enix, e um título ainda não anunciado pela Ubisoft.
Por : Gabriel Gomes'

EA é eleita a pior empresa da América

A EA acaba de ganhar um prêmio. Um pouco constrangedor, é verdade. É o “cocô de ouro”, conquistado por ser escolhida simplesmente como a pior empresa da América. A “condecoração” é o resultado dos votos de mais de 250 mil leitores do The Consumerist, que fizeram a empresa superar até mesmo o Bank of America.

Embora sejam companhias de nichos e proporções bem diferentes, ambas disputaram o prêmio por uma razão em comum: o dinheiro. Mais precisamente a ganância. A EA é acusada de, intencionalmente, “segurar” o conteúdo dos jogos para vender uma série de extras posteriormente.
Há quem duvide da relevância de uma empresa de games ganhar essa visibilidade negativa. Mas, como ressalta o The Consumerist, “é exatamente esse tipo de pensamento que permite às pessoas ignorarem as reclamações contra companhias como a EA”, que estaria fazendo inúmeras cobranças dos seus consumidores para enriquecer cada vez mais.

A EA, por sua vez, não parece ter se abalado muito com o “reconhecimento”. Ao Kotaku, John Reseburg, diretor-sênior de comunicação corporativa, declarou: “estamos certos de que a British Petroleum, AIG, Philip Morris e a Halliburton estão aliviadas por não terem sido nomeadas neste ano. Continuaremos produzindo games premiados e serviços utilizados por mais de 300 milhões de pessoas no mundo.”

De qualquer forma, a companhia ganhará uma reluzente estatueta para decorar suas estantes. O The Consumerist já avisou que, embora envie tradicionalmente o cocô de ouro em uma almofadinha vermelha, desta vez dará três opções de cores para a EA. “Embora, no final das contas, continuará o mesmo velho cocô”, ressalta. 

Por: Gabriel Gomes'

Co-criador de "Sonic" é contratado pela Nintendo

Considerado o co-criador do Sonic ao lado de Yuji Naka e responsável pela direção dos quatro primeiros jogos do ouriço, Hirozaku Yasuhara agora é o novo funcionário da arquirrival da Sega nos anos 80 e 90, a Nintendo.
Assim como divulgou o site Gamasutra, Yasuhara agora trabalha na Nintendo NST de Redmond, em Washington, que foi responsável por "Metroid Prime Hunters" e pela série "Mario vs Donkey Kong".
Antes de chegar na Big N, Yasuhara já trabalhou em empresas como Namco Bandai, além de trabalhar em jogos como "Jak & Daxter" e "Uncharted" na Naughty Dog.
A Nintendo confirmou as notícias, mas não divulgou exatamente quais serão as funções exercidas pelo seu novo empregado.
Por: Gabriel Gomes'

sábado, 7 de abril de 2012

kkkkkkkkkkkkkkkkkkk Chorei Quando Vi essa Imagen


Vei Na Boa

Vei..................................


Fonte Continue Infinito

Rox Gams BR


RGB

Por: Todo Mundo do blog

NINTENDO WII U


  Wii U vai "estragar" a Nintendo?


Muitas dúvidas tem surgido a respeito do sucesso do novo console da Nintendo. Entenda por que a empresa pode enfrentar sérios problemas se o Wii U não superar as expectativas do público.
Hardware abaixo dos padrões da concorrência
Wii U será lançado em 2012 — na melhor das hipóteses — com um hardware semelhante ao PlayStation 3 e Xbox 360. Tudo bem se não fosse um detalhe: o Xbox 360 está no mercado desde 2005, e o PS3 desde 2006. Ou seja, a Nintendo está lançando um console com um hardware atrasado em seis anos. Segundo a empresa (e algumas produtoras), ele será melhor que os concorrentes. Já um desenvolvedor que não quis se identificar disse que o Wii U não é tão poderoso assim.

O que parece é que o Wii U será apenas um aparelho “intermediário” que fará sucesso somente até que os novos aparelhos da Sony e da Microsoft cheguem ao mercado. Isso nos leva a uma conclusão um pouco chocante: talvez o Wii U seja o Dreamcast dessa geração.
Um controle estranho para apenas um jogador
O controle mistura um joystick normal com um tablet, parece ser grande e mais pesado que um acessório normal. Em teoria funcionaria bem para títulos específicos, mas não para todos. Os desenvolvedores preferem criar jogos multiplataforma para diluir os custos de produção que hoje são muito altos. Refazer o jogo inteiro para um controle fora do padrão não agrada muito os produtores, que precisam investir pesado na conversão.


A Nintendo já anunciou que somente um jogador poderá utilizar o novo controle. Os demais deverão utilizar os Wii-motes. Quais as outras vantagens? Utilizar como portátil? Sem chance. O controle-tablet rodará apenas jogos básicos longe do console. O custo dele também deverá ser mais elevado que o de um acessório comum.
A Sony já está trabalhando com uma proposta semelhante. O conjunto PS3+Vita está se mostrando interessante em alguns casos. A diferença nesse caso, é que são dois aparelhos completamente independentes, mas que podem trabalhar em conjunto.
O investimento inicial é muito alto para suportar o prejuízo
O investimento inicial é altíssimo em um novo console. A Sony passou maus bocados até conseguir lucrar com o PS3, mas felizmente deu certo e ele tornou-se um sucesso. O primeiro Xbox deu prejuízo para a Microsoft quase até o final.
A Nintendo já cometeu alguns enganos. E graves. Um desentendimento com a Sony na hora de criar um aparelho de CD para o Super Nes acabou criando o maior inimigo da Big N: o PlayStation.
A empresa, mesmo sabendo que os jogos em CD estavam começando a dominar o mercado, lançou o Nintendo 64 com cartuchos, perdendo franquias exclusivas de longa data (como Final Fantasy). Pouco depois ela anunciou que lançaria um leitor de disquetes para o N64. Na época nem os fãs acreditaram que daria certo. Spoiler: não deu.

A Nintendo já estava em uma situação um pouco mais difícil quando lançou o Wii. Tanto que optaram por limitar o hardware para conseguir arcar com os custos de produção. Deu certo. Em um ano a empresa dobrou o valor de mercado. Infelizmente a limitação do equipamento ajudou a sepultar o console pouco tempo depois.
Se o Wii U tiver um hardware potente, o custo de fabricação será alto. Se os lucros não vierem como o esperado, A companhia poderá assumir dívidas maiores do que pode liquidar, colocando a em risco sua saúde financeira.
Títulos exclusivos já explorados à exaustão
Tudo bem que os personagens são carismáticos e os jogos sensacionais, mas já cansou. Super Mario Galaxy é divertidíssimo, um dos melhores jogos que já joguei, mas sinceramente, eu não apostaria em um novo console da Nintendo apenas por um jogo do Mario.
Conheço fãs assumidos de Zelda que não conseguiram jogar The Legend of Zelda: Skyward Sword simplesmente por que o jogo não consegue mais chamar atenção. A falta de suporte de terceiros é outro grave problema que a empresa precisa resolver para sobreviver.
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A Nintendo sempre foi a preferida dos jogadores casuais, principalmente com o Wii. O que acontece é que desde o seu lançamento, muita coisa mudou. A maioria dos jogadores casuais passou para os jogos gratuitos online, principalmente os sociais.
Falta de suporte online
Nas palavras da Nintendo:
“Nós não vamos sentar aqui e dizer que nossa missão é nos tornarmos a empresa número 1 em jogos online, por que simplesmente essa não é a nossa missão...”
Ou seja, eles não planejam inserir um suporte online decente no aparelho. Em tempos onde a jogatina online é indispensável, isso é extremamente grave. Se essa for realmente a postura da empresa, o sucesso do aparelho está em risco.
Conclusão
A Nintendo errou ao lançar o N64 com cartuchos, mas sobreviveu. O Gamecube apenas sobreviveu na sombra do PS2. O Wii fez sucesso no início, mas logo sua falta de capacidade derrubou o console para escanteio. O que todos esses tinham em comum? Plataformas móveis que garantiam a renda da companhia: Gameboy, Gameboy Advance e Nintendo DS.
Todos sucessos absolutos de vendas. O Nintendo 3DS não vendeu o esperado no lançamento (apesar de já ter se recuperado) e o VITA já está pressionando as vendas do aparelho para baixo, isso sem contar os smartphones.

Um console a preço de novidade com hardware defasado, sem disco rígido, sem suporte decente online, sem títulos fortes, com um controle estranho e sensores de movimento que já não são novidade.  Os acionistas não devem estar muito satisfeitos com a situação.
Eu não acredito no sucesso do Wii U. Espero muito estar enganado e ter que engolir essas palavras, mas os prognósticos não são os melhores.
É pessoal esse novo console(não sei se podemos chamar de console)promete muito no mercado mundial,espero que dê certo , porque parece ser muito interessante .

Autoria:@MattheusCostta