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domingo, 15 de abril de 2012

GOSTEI DESSA


Vídeos sobre games ganham espaço e cativam uma legião de seguidores

Além de jogar, jovens querem dicas dos profissionais e novidades do setor. Brasileiro que mora no Canada faz sucesso com os vídeos que produz.

O estudante Jaime Munhoz Neto, de 17 anos, morador de Indaiatuba (SP), joga videogame desde os 5 anos de idade. Hoje passa horas em frente ao computador se divertindo com jogos de ação. "Gosto de jogo de guerra, acho mais divertido", explica. O também estudante Gabriel Henrique Serafim, de 14 anos, morador de Artur Nogueira (SP), prefere se aventurar em consoles. O que eles têm em comum além de gostar de jogos eletrônicos? O hobby de também assistir vídeos sobre games, sejam eles de computador, consoles e até portáteis.

Há cerca de um ano e meio, Neto descobriu os vídeos comentados de videogame e desde então não parou de assisti-los. "Acho interessante ver como eles jogam, as dicas e também saber novidades sobre jogos". Opinião semelhante tem o estudante de música de Campinas (SP), Vinícius Augusto Romão, de 19 anos, que há tempo acompanha essas pessoas que se dedicam a produzir vídeos sobre jogos. “Acompanho vários, acho muito interessante”, explica. Entre seus “ídolos”, ele cita “Monark, TheSpaceMonkeyTube, GuilhermeGamer e também BRKsEDU”.
TendênciaEssa é uma modalidade relativamente nova no Brasil, a de se fazer vídeos comentados sobre jogos eletrônicos. Apesar de não existir uma estatística oficial, os primeiros vídeos em português começaram a surgir em 2008, mas foi só no ano passado que eles realmente explodiram e hoje não param de ganhar novos adeptos.
Os jogadores gravam suas partidas, geralmente usando alguma câmera ou placa de captura especial para isso, e vão jogando e dando dicas sobre os mais variados jogos e acessórios. É como se fosse um bate papo durante a disputa. Depois disso, editam e transformam tudo em um vídeo, que pode ter poucos minutos ou até horas, dependendo do jogo e tema. Esses vídeos são compartilhados em redes sociais com essa finalidade e ficam à disposição dos milhões de usuários que acessam a internet todos os dias.
Vinícius Augusto Romão acha interessante vídeos de games com comentários (Foto: João Paulo Ferreira / G1 Campinas)Vinícius Augusto Romão acha interessante vídeos de games com comentários 
Originalidade é o conselho
Para entender um pouco mais sobre esse processo, o G1 Campinas localizou na cidade de Hamilton, no Canadá, o estudante paulistano de marketing Eduardo Benvenuti, de 26 anos, mais conhecido pelos gamers como BRKsEDU, ou simplesmente Edu, como é chamado pelos fãs e amigos.
Por telefone, Edu contou que começou a gravar suas partidas de videogame e publicá-las em uma rede social de compartilhamento de vídeos em novembro de 2010, quando tinha 25 anos. "Comecei com vídeos de dicas de Call of Duty, por diversão mesmo". O jogo citado pelo estudante é uma das maiores franquias de jogos de tiro em primeira pessoa, onde o jogador assume o papel de um soldado em uma guerra.
Hoje, Edu estuda no Canadá e concilia sua rotina de estudante de graduação em Marketing com a dedicação pelos games. Ele chegou a estudar Engenharia Civil na Universidade de São Paulo (USP) e trabalhou como analista do setor financeiro. "Até novembro do ano passado, trabalhava com commodities agrícolas", explica.
Gabriel Henrique Sefarim, de 14 anos, gosta de vídeos de games (Foto: João Paulo Ferreira / G1 Campinas)Gabriel Sefarim, de 14 anos, gosta de vídeos de
games 
Dividir o tempo entre os estudos, a adaptação aos hábitos de um novo país e a gravação de vídeos pode não parecer uma tarefa fácil, mas Edu diz que isso não é um problema para ele. "Acordo, vou para a faculdade, faço o que tenho que fazer e depois vou gravar vídeos. Não tenho uma rotina fixa, gravo o que me dá vontade naquele dia", comenta.
Muita gente tem curiosidade sobre o apelido de Edu na internet, mas segundo ele, a explicação é bem simples. "BRKs é o nome do clã do qual faço parte para jogar online, e o restante é meu nome mesmo, simples assim", explica.
650 seguidores por diaAté o fechamento desta matéria, BRKsEDU tinha pelo menos 139 mil seguidores que acompanham seus vídeos diariamente. Tinha, porque o estudante ganha em média 650 novos seguidores a cada 24 horas. Em termos de comparação total de seguidores, o número é, por exemplo, maior do que toda a população da cidade de Valinhos (SP), que possui 109 mil habitantes, e praticamente o dobro de toda a população da cidade de Vinhedo (SP).
Cada vídeo postado pelo estudante é visto em média 80 mil vezes e o retorno é imediato. "Em questão de poucas horas já tenho a resposta de, pelo menos, 4,5 mil pessoas que avaliaram meu vídeo e mais de mil comentários postados", explica. E a paixão pelos games também virou negócio. Hoje, Edu é associado de uma empresa americana que promove vídeos de jogos na internet.
Atualmente 90% do seu público é formado por jovens entre 13 e 24 anos. O estudante tem consciência da responsabilidade e da expectativa de seus fãs para cada vídeo novo. "Sempre busco fazer vídeos de um jeito informal, mantendo o respeito ao público e levando entretenimento para eles. Não adianta tentar passar lição de moral e sim respeito, conhecimento e educação", explica.
O estudante Jaime Munhoz Neto gosta de jogos de guerra (Foto: João Paulo Ferreira / G1 Campinas)O estudante Jaime Munhoz Neto gosta de jogos de
guerra 
Os fãs acompanham e admiram o estilo do ídolo "Adoro os vídeos dele porque, além de jogar muito bem, ele faz comentários de um jeito todo especial, como se estivesse conversando ao nosso lado", explica o estudante Jaime Munhoz Neto. O humor de Edu também é citado pelo estudante de Artur Nogueira "Me divirto muito com ele, o humor dele é contagiante, além de ser um ótimo jogador", comenta.
Sobre a relação com outros profissionais que também fazem vídeo para a internet, Edu explica que muitos viraram seus amigos pessoais. “Frequento a casa deles, temos uma relação de amizade mesmo, sempre trocando ideias sobre jogos e outras coisas”, explica.
Para quem está pensando em seguir o exemplo de Edu, ele deixa um recado: "Se você gosta de videogame, vá em frente. Tenha em mente que você deve pensar primeiro na diversão e no prazer em fazer vídeos, não no dinheiro. Seja criativo e original, saia da mesmice e o reconhecimento será consequência", finaliza Edu.


Autoria:MattheusCostta

segunda-feira, 9 de abril de 2012

LEGO Batman 2 vai ser lançado no Brasil com legendas em português

O número de jogos em português no Brasil só tem aumentado e agora mais um vai se juntar a este grupo. A Warner Games confirmou que vai lançar LEGO Batman 2: DC Super Heroestotalmente legendado e com menus traduzidos para o nosso idioma.
LEGO Batman 2 (Foto: Divulgação)LEGO Batman 2. (Foto: Divulgação)
Infelizmente, a Warner não revelou a data de lançamento do game, mas confirmou que ele chega ao Brasil para todas as suas plataformas, o que inclui PCXbox 360PS33DSDSWiiPlayStation Vita. Nos EUA, o jogo será lançado no segundo semestre.
No novo jogo da série, a cidade de Gotham City possui novas opções de exploração e veículos. É possível, por exemplo, atravessar a cidade por terra ou ar, utilizando Batmóvel, Batwing ou Batboat.
Novos acessórios também foram confirmados no jogo, como o Batman’s Power Suit e o Robin’s Hazard Suit, trajes de proteção que absorvem mais dano e que são equipados com um canhão de pressão, que lança líquidos perigosos nos inimigos.
O game conta ainda com a participação de outros heróis da DC Comics, como o Superman, com ele será possível fazer um voo livre pela cidade, congelar objetos com um supersopro e fazer buracos com a visão de raio laser. LEGO Batman 2 também será o primeiro jogo – de todas as franquias LEGO nos videogames – que terá dublagem de personagens.
Por: Gabriel Gomes'

Street x Tekken é um crossover quase perfeito

Nome: Street Fighter x Tekken
Gênero: Luta
Distribuidora: Capcom
Plataformas: PS3, Xbox360 e PSVita
Street x Tekken (Foto: Divulgação)Street x Tekken (Foto: Divulgação)
Street Fighter sempre foi aclamado pelos jogadores de alto nível como o mais técnico game de luta 2D, da mesma forma, Tekkené considerado um dos mais empogantes jogos de luta em três dimensões. Apesar de terem grande reconhecimento em seus respectivos nichos, será que a mistura de universos tão diferentes funcionaria em um único game? Provavelmente não, e é por isso que as fabricantes decidiram lançar dois jogos – um com baseado na mecânica deStreet, outro em Tekken. O primeiro deles chegou ao mercado no mês de março, pelas mãos da Capcom. Confirma agora a análise completa deste crossover.
Pedras preciosas
Os guerreiros mundias da Capcom gostam mesmo de uma boa briga: já tretaram com osKing of Fighters, com os Darkstalkers e até mesmo com os heróis Marvel. Agora, a confusão da vez foi com os reis do punho de ferro, protagonistas do game Tekken, da Namco. Esta não é a primeira vez que as duas gigantes do entretenimento juntam os seus personagens – Namco x Capcom já havia sido lançado em 2005 – mas como o encontro anterior era num RPG tático, os fãs tiveram de aguardar alguns anos até que os Ryu e cia. pudessem testar sua força no ringue contra estes perigosos oponentes.
E o motivo do conflito veio do espaço: um estranho meteoro caiu no polo Sul,  trazendo consigo uma caixa mística que despertava poderes sobrenaturais em quaisquer pessoas envolvidas em confronto físico. O potencial destrutivo do objeto atraiu o interesse da organização criminosa Shadaloo, e também da corporação Mishima Zaibatsu. Para impedir que o poder do artefato, batizado de Pandora, caísse em qualquer uma destas mãos erradas, os heróis das duas franquias partem para desvendar este mistério.
Street x Tekken1 (Foto: Street x Tekken1)Street x Tekken1 (Foto: Street x Tekken1)
Igual, só que diferente
Tanto o estilo visual quanto a jogabilidade lembram bastante Street Fighter IV, mas com sutis modificações: os traços dos personagens têm linhas mais grossas, e a estética “mancha de tinta” presente no outro game foi substituída por efeitos de aquarela, o que fica evidente já na abertura. A escolha visual mantém praticamente inalterados os personagens que já tiveram versões poligonais (dos dois lados), e ainda atualiza aqueles que vieram de games passados.
Street Fighter X Tekken (Foto: Divulgação) (Foto: Street Fighter X Tekken (Foto: Divulgação))Street Fighter X Tekken (Foto: Divulgação)
O elenco foi bem escolhido, trazendo personagens consagrados das duas franquias. São figuras que atuaram nos últimos jogos de suas respectivas séries, e até mesmo alguns que retornam após terem passado algum tempo na “geladeira”, como o militar Rolento, que fez carreira em Street Fighter Alpha. Existem ainda novatos como Poison, que surgiu como inimigo genérico emFinal Fight, tornou-se acompanhante do wrestler Hugo em Street Figher III e agora assume um posto como personagem jogável. A versão para PS3 tem ainda personagens extras, como Cole, o anti-herói de Infamous – donos de Xbox novamente não tiveram a mesma sorte, ficando sem participações especiais deste porte.
Outros 12 personagens devem se juntar aos brigões originais através de conteúdos disponíveis por download, o que causou certo desapontamento na comunidade gamer: todos os lutadores adicionais já estão no disco do game, então na verdade quem comprar o DLC pagará cerca de 20 dólares para ter o direito de usar algo que já veio no pacote, mas se encontra restrito. É lamentável, mas infelizmente este modelo de negócios se faz presente em muitos títulos da atual geração, e ainda assim é melhor ter os lutadores como opcionais do que ser obrigado a baixar atualizações de compatibilidade (que ocupam espaço no HD) para poder continuar jogando on line após o lançamento dos novos competidores.
Vale ressaltar que a versão para PS Vita de Street x Tekken foi anunciada como apresentando todos os lutadores previamente destravados – uma medida que deveria fortalecer as vendas nos portáteis, mas acabou causando o efeito inverso e deixando descontentes os proprietários de consoles.
Street Fighter X Tekken (Foto: Divulgação) (Foto: Street Fighter X Tekken (Foto: Divulgação))Street Fighter X Tekken (Foto: Divulgação)
Velhos controles, novos comandos
Ainda mais significativas que as sutis mudanças visuais são as alterações no gameplay, que introduziram uma série de elementos previamente ausentes nos games da Capcom. A mais notável é a jogabilidade de duplas, importada de Tekken Tag. Outra novidade óbvia é o sistema de gemas: como dito anteriormente, os fragmentos de pedras do espaço trazem vários benefícios temporários aos lutadores, e estes bônus são divididos em duas categorias distintas: os que aumentam atributos como força, velocidade, resistência e vitalidade e estão presentes nas Boost Gems; e os que facilitam o Gameplay, encontrado nas Assist Gems, permitindo escapar de arremessos, executar golpes com mais facilidade e até mesmo defesas automáticas.
As pedras não provocam efeitos mirabolantes como os vistos em Super Gem Fighter eMarvel Super Heroes (ambos da Capcom), mas ainda assim a escolha das gemas é parte importante do gameplay, adicionando um elemento de customização interessante – algo raro em um jogo de luta. Porém, a iniciativa pode ser uma faca de dois gumes, funcionando muito bem para partidas contra a CPU e On Line (já que as suas preferências ficam salvas no HD), mas atrazando bastante partidas locais, quando cada jogador resolve mudar a configuração – isto pode ser especialmente problemático em torneios, onde todos os competidores são de alto nível e cada recurso possível pode ser um diferencial na hora de determinar o vencedor.
Street Fighter X Tekken (Foto: Divulgação) (Foto: Street Fighter X Tekken (Foto: Divulgação))Street Fighter X Tekken (Foto: Divulgação)
Casual x Profissional
Falando em torneios, ainda é cedo para especular como será a aceitação do game no circuito profissional. Street x Tekken possui menos profundidade que os games das duas franquias nas quais se originou: seu gameplay é um meio termo entre Street Fighter IV e Marvel versus Capcom – não chega a ser casual, mas tem muitos elementos que auxiliam os novatos, e é exatamente este tipo de abordagem que, embora possa trazer bons momentos de diversão na sala da sua casa, costuma liquidar uma franquia enquanto esporte eletrônico: tudo que é feito para ser confortável para quem está começando nos games de luta se torna óbvio demais nas mãos dos profissionais, gerando apelações e disparidades que acabam comprometendo a seriedade do título no cenário competitivo.
Street Fighter X Tekken (Foto: Divulgação) (Foto: Street Fighter X Tekken (Foto: Divulgação))Street Fighter X Tekken (Foto: Divulgação)
Um dos elementos que foram sacrificados em relação a SFIV foi o sistema de Focus, uma inovação genial da série que permitia golpes indenfensáveis, cancelamentos e fintas – todos recursos bastante explorados por quem se dedicava à franquia, mas que passavam batidos nas mãos dos iniciantes. Para atender estes últimos, o Focus foi eliminado, mas o problema é que sem ele ou algo similar (como um Parry), fica difícil contra atacar já que o único recurso de defesa é o tradicional bloqueio. O resultado é que as partidas se tornam mais ofensivas, quase frenéticas, mas como o lutador que está em segundo plano recupera energia é comum que muitos rounds não terminem em nocaute.
Outra coisa simplificada foi a quantidade de barras de golpes especiais, que, aliás, voltaram a ser chamados de Super Arts (como em SF III). Mas diferentemente de SFIV (que tinha medidores de Super e Ultra Combos), há  apenas uma barra de especial dividida em três segmentos, lembrando a série Alpha. Gastando a energia acumulada, é possível usar os EX, versões melhoradas das magias do jogo, realizar ações especiais em dupla e ativar as Super Arts.
Aqui, uma crítica: cada lutador tem apenas uma Super Art, e todas são bem sem graça, já que cada especial passou a ser atrelado a um golpe especial do seu lutador, sendo uma versão melhorada do mesmo. O ponto positivo é que se você executar o golpe carregando o botão (em vez de apenas pressionando rapidamente), consegue utilizar o especial sem gastar  barras, e no geral todos são de fácil execução – mas ainda assim o jogo se beneficiaria mais de variedade do que simplicidade, porque a falta de opções deixa as lutas repetitivas e chatas de se assistir.
Street Fighter X Tekken (Foto: Divulgação) (Foto: Street Fighter X Tekken (Foto: Divulgação))Street Fighter X Tekken (Foto: Divulgação)
Conclusão:
Street x Tekken pode não ser um jogo revolucionário, mas consegue agregar elementos de duas franquias consagradas respeitando seus respecitvos jogos e ainda manter a coerência dentro da proposta da Capcom. A jogabilidade é um meio termo saudável entre Street Fighter IV Marvel Versus Capcom 3, podendo agradar veteranos ao mesmo tempo que introduz novatos ao universo dos jogos de luta. Diversão garantida entre amigos, mas ainda é cedo para saber se o game terá destaque no circuito profissional.




Por: Gabriel Gomes'

''Tiririca'' quer proibir games como GTA V!


Fonte da imagem: WikipediaDepois de toda a polêmica envolvendo a famigerada Lei Antijogos, de autoria do senador Valdir Raupp (PMDB/RO), os games eletrônicos voltaram a entrar em pauta na política brasileira, mais especificamente na Câmara dos Deputados. Dessa vez, no entanto, a polêmica não visa proibir a comercialização de títulos ofensivos, mas de apenas um: Grand Theft Auto V.
O aguardado lançamento da Rockstar pode não chegar ao Brasil caso a proposta do deputado Tiririca (PR/SP) seja aprovada. Segundo o palhaço e atual deputado, a série já possui tradição em violência e valores subversivos que não condizem com a moral brasileira. Ele também aponta a popularidade que a franquia GTA tem com o público mais novo e afirma que isso pode ser altamente prejudicial para seu desenvolvimento psicológico.
O pedido será votado na próxima semana em caráter de urgência na tentativa de evitar que a desenvolvedora consiga trazer o game para o país antes de uma decisão oficial do Legislativo. Caso o parecer seja favorável a Tiririca, não apenas GTA V será proibido em território nacional como suas possíveis continuações, expansões e até mesmo títulos com proposta semelhante — como Saints Row e Mafia.

Bom, para mim isso não ''existe'' , pois jogos são feitos para o lazer,  diversão das pessoas , então eu não vejo um motivo para querer proibir jogos como gta e etc, alias , não vejo motivo para proibir qualquer jogo .

By : Hugo 

FONTE : baixakijogos

domingo, 8 de abril de 2012

EA é eleita a pior empresa da América

A EA acaba de ganhar um prêmio. Um pouco constrangedor, é verdade. É o “cocô de ouro”, conquistado por ser escolhida simplesmente como a pior empresa da América. A “condecoração” é o resultado dos votos de mais de 250 mil leitores do The Consumerist, que fizeram a empresa superar até mesmo o Bank of America.

Embora sejam companhias de nichos e proporções bem diferentes, ambas disputaram o prêmio por uma razão em comum: o dinheiro. Mais precisamente a ganância. A EA é acusada de, intencionalmente, “segurar” o conteúdo dos jogos para vender uma série de extras posteriormente.
Há quem duvide da relevância de uma empresa de games ganhar essa visibilidade negativa. Mas, como ressalta o The Consumerist, “é exatamente esse tipo de pensamento que permite às pessoas ignorarem as reclamações contra companhias como a EA”, que estaria fazendo inúmeras cobranças dos seus consumidores para enriquecer cada vez mais.

A EA, por sua vez, não parece ter se abalado muito com o “reconhecimento”. Ao Kotaku, John Reseburg, diretor-sênior de comunicação corporativa, declarou: “estamos certos de que a British Petroleum, AIG, Philip Morris e a Halliburton estão aliviadas por não terem sido nomeadas neste ano. Continuaremos produzindo games premiados e serviços utilizados por mais de 300 milhões de pessoas no mundo.”

De qualquer forma, a companhia ganhará uma reluzente estatueta para decorar suas estantes. O The Consumerist já avisou que, embora envie tradicionalmente o cocô de ouro em uma almofadinha vermelha, desta vez dará três opções de cores para a EA. “Embora, no final das contas, continuará o mesmo velho cocô”, ressalta. 

Por: Gabriel Gomes'